
Transferência inter-hospitalar: por que a escolha da empresa define o desfecho
Uma transferência mal executada pode comprometer a estabilidade do paciente. Saiba o que avaliar antes de acionar uma empresa.
A transferência inter-hospitalar é um dos momentos de maior risco para pacientes críticos. Estudos mostram que até 30% dos pacientes transferidos apresentam algum grau de deterioração clínica durante o transporte quando realizado por equipes despreparadas ou com equipamentos insuficientes.
Os principais fatores que determinam a segurança de uma transferência são: tempo de mobilização da equipe, qualidade dos equipamentos a bordo, experiência clínica da tripulação e comunicação eficiente entre o hospital de origem e o de destino. A falha em qualquer um desses pontos representa risco concreto ao paciente.
Uma transferência segura começa antes da partida. A equipe receptora deve ser acionada com antecedência, o prontuário e os exames do paciente devem ser transmitidos previamente e a estabilização pré-transporte — ajuste de sedação, pressão arterial e ventilação — deve ser realizada antes do embarque.
Na Medical Life, cada transferência inter-hospitalar passa por uma avaliação de regulação médica. Nosso médico regulador analisa o quadro clínico, define o suporte necessário e acompanha o transporte em tempo real. O hospital de destino recebe briefing completo antes da chegada do paciente.
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